UM SEGUNDO NUM MUNDO DISTANTE

Uma viagem inusitada a outro mundo!

por JORGE ZAHELL

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Estava eu navegando sem rumo pelo universo, mas com a clara intenção de encontrar alguma civilização interessante por visitar. Foi então que uma vozinha dentro de mim perguntou:

“Será que você está pronto para entrar num mundo sem quaisquer regras?
Num mundo onde existem somente suas escolhas?
Num cenário onde você pode escolher tudo que quiser…. e, se achar ruim, pode escolher de novo. Hein?”

Bem….
Eu respondi: – “SIM, por que não?”.
E aquela voz somente me disse: – “Lembre-se, tudo é permitido lá. Mas sugiro que jamais julgue, nem a si e nem aos demais”.

E então, como num passe de mágica, logo me vi pousando num mundo super diferente.
Estava ansioso, eufórico. Queria saber onde minhas escolhas me levariam!
“Queeee brincadeira divertida”, pensava eu.

Logo de cara, achei muito interessante o modo em que as coisas me foram sendo reveladas lá. Confesso que muitas delas eu aceitei, porém, rejeitei a maioria. E eu pude rejeitar sem problemas, pois minha única (ou principal) tarefa, naquele cenário, era a de ESCOLHER…. conforme me avisaram antes.
Sim, escolher o que eu achasse bom ou ruim, certo ou errado — tudo levando sempre em conta o meu próprio ponto de vista, dado que não me caberia julgar o que era certo ou errado, bom ou ruim, apenas decidir de acordo com o meu direito a ter tanto um ponto de vista particular quanto minhas ESCOLHAS.

Olha….
Era um dia bonito naquele mundo. Aliás, muito bonito.
Então resolvi caminhar e conhecer a vida por lá.

Minha primeira importante escolha foi, então, a de me tornar uma daquelas criaturas naquele mundo. Bem, escolhi a forma daqueles Seres que me pareciam mais evoluídos, com vestimentas, acessórios e tudo mais. Ah, e rapidamente me infiltrei entre eles, curioso que estava. Quanto à minha adaptação àquela estranha forma de comunicação, confesso que nem foi tão difícil. Bastava ESCOLHER e…. voilà, já estava emitindo uns grunhidos estranhos que, incrivelmente, eram compreensíveis a todos, e até a mim! Pode? Haha!

Eu ainda observei muitos daqueles Seres, constatei muito tumulto, muitas brigas.
Mas também senti a presença de muita paz.

Enquanto caminhava naquilo que eles chamavam de ESTRADA, eis que um morador de rua me abordou. Ele queria uns trocados para comprar algo que comer. Bem, imediatamente me dei conta de que eu usava muitos acessórios, imitando aqueles Seres. E notei que eu tinha uma carteira, além de uma mente que me dizia que, ali dentro daquele “treco” deveria haver algum dinheiro.
E olha só, não é que tinha dinheiro nela?
Quem diriiiia. Ah, Ok, deixe-me explicar melhor. Dinheiro é um papel especial que eles usam para trocá-lo por bens e serviços. Aliás, curiosamente, tudo gira em torno dele lá naquele planeta.
Gente estraaaaanha!

Então dei ao morador de rua a nota de dinheiro mais alta que eu tinha na carteira. Ahhh, o cara me olhou de uma forma estranha, mas logo deu um largo sorriso. Achei o máximo…. Mas daí acessei a tal mente humana – a minha mente, a razão humana, algo que eu por acaso também possuía naquele estado humano –, a qual questionou minha escolha:
– “Mas por que a mais alta?”
– “Oras bolas”, disse aquela vozinha esperta que vinha de outro lugar, não da mente…. – “Preste atenção! Uma vez que você pode criar tudo, então poderá ter quantas notas ‘verdinhas’ quiser, certo? Eita, Zé Roela…. Tenha dó!”, zombou a vozinha da Consciência. E continuou:
– “Assim sendo, esse tal ‘dinheiro’ não lhe fará a mais mínima falta. Sacou mané? Hahaaaa!”

Mmmmm. Notei que minha razão se calara diante daquela sabedoria. E eu também!

Foi então que eu me dei conta, de forma intuitiva, que aquela pessoa (para a qual entreguei a cédula) estava mentindo, pois o dinheiro não se destinaria apenas à sua comida. Como que por mágica, minha Consciência (a vozinha intuitiva) me avisou que o morador de rua recebia muito mais do que o necessário para se alimentar. Aquela estratégia dele era, na verdade, seu jeito de ganhar a vida. E assim ele seguia sempre mentindo para todos e se fazendo de faminto e coitado.
Grrrrrrr.
Naquele instante, eu me senti enganado….

Mas a danadinha da vozinha sábia já tratou de me dizer:
– “Ei bobão, se acalme! Aquele pedinte está enganando, no fundo, a si próprio. Você fez o que o coração lhe mandou. E, no mais, você esqueceu que pode criar tudo que quiser? Lembra que não existem regras? Se liga, só existem ESCOLHAS! Hahaaaa”.

“Pois é”, pensei. Eu já estava meio avoado. Aquele teatro parecia tomar conta de tudo, me fazendo esquecer as verdades maiores!

Bem, aquela vozinha me fizera lembrar de que eu estava Consciente de que era um Ser de luz que tudo podia, mas aquele pedinte ainda não, pois vivia numa triste realidade autocriada sentindo-se um Ser podre, sem dignidade, fazendo escolhas distorcidas – no meu ponto de vista.
Então notei que o mundo dele era daquele jeito, com regras, mentiras, ganância, MEDOS. Daí ampliei um pouco a perspetiva acerca daqueles Seres e me assustei. Nooooossa…. Eu me dei conta de que a situação daquele sem-teto era também a situação da maioria das pessoas. Coitaaaaados! Eles não conseguiam entender que TUDO JÁ NOS FOI DADO desde antes de nascermos! Ou seja, tudo já nos pertence, até mesmo aquilo que ainda parecemos não ter! Mas enquanto uma pessoa não consegue ajustar a sua percepção humana (suas crenças, seus valores) a uma perspectiva mais expandida acerca da vida, ela acaba afastando de si o que tanto quer.

Bem, o meu mundo era o de AMOR, escolhas e liberdade. O deles, apesar de também ser assim, não era permeado dessa certeza! Por isto a situação deles tinha se desviado tanto da sua Essência!

Resolvi não me incomodar com eles e deixar para lá…. E fiquei quietinho!
Afinal de contas, eu fora alertado: – “Não julgue nem a si e nem aos demais”.

Continuei seguindo e ajudando quem eu queria pela tal estrada. Ou seria rua? Avenida? Caminho? Que gente mais estranha, tantos nomes para designar a mesma coisa. Deixa quieto! “Não julgue, não julgue”, lembrei a mim mesmo.

Mas daí um pensamento de receio saltou da mente: “E se aquele malandro aparecesse novamente?”
Então a vozinha, em mim, alertou:
– “O que o amor faria se isso acontecesse? Lembre-se: estamos todos juntos nesta caminhada….”

“Puxa, é verdade….”, pensei! Nossa, quando imersos lá naquela experiência, o cenário do dia a dia era tal que fazia com que a gente se esquecesse de muitas Verdades Maiores.

Então resolvi andar mais um pouco, até que vi um lugar chamado de TEMPLO SAGRADO.
“Bahhh, tchê”, afirmei sem me dar conta da expressão regional que estava usando. Gostei dessa expressão!
Bem, voltemos ao TEMPLO SAGRADO…. Acho que era isso que eu estava procurando no universo. Algo mais elevado!
Eis que um senhor saiu de lá e veio me abordar.
Ele foi simpático e me cumprimentou. Puxa, me senti alegre e acolhido. Ele perguntou inclusive se eu gostaria de entrar para conhecer A CASA e A PALAVRA DE DEUS.
“Opaaaa”, pensei.
“É aqui, só pode ser aqui! Cheguei! Agora eu finalmente descobri algo inédito nesta minha viagem interestelar”.

E aquele senhor continuou dizendo: “Somente conhecendo estas palavras antigas que você será salvo”.
“Mmmmm. Complicou”, pensei.
Fiquei confuso. Porque tais afirmações expressavam algo que ia contra tudo o que eu já sabia.

Primeiro de tudo que Deus não tem uma casa, um templo, pois Ele está em tudo, Ele é tudo! E segundo que não entendi a questão de “ser salvo”. E então emiti uns grunhidos (chamados de palavras, lá) em forma de uma pergunta àquele simpático indivíduo:
– “Ser salvo, senhor? Mas…. salvo do que, senhor?”
E ele me respondeu: – “Salvo do pecado original, livre do inferno”.

Ainda mais confuso, retruquei:
– “Senhor, devo me preocupar com estas palavras que parecem querer me intimidar e colocar medos? Por que você faz isso? Ah, e antes que eu me esqueça, o que é o tal do pecado?”, finalizei.

Ele então pareceu se aborrecer, ao que me disse: – “Pegue este livreto e leia, aí dentro você encontrará o caminho. Se não está interessado em encontrá-lo, pois siga adiante”.

Nossa…. Que cara mais nervosinho!
Parecia difícil de entender aquele mundo. O cara foi simpático e depois quase me chutou. Mas não concordei com ele. Ah, não mesmo!
Olha só, raciocine comigo: se o Livre Arbítrio é garantido a qualquer Ser em qualquer mundo, COMO poderia existir um único caminho pré-determinado?

Bem…. Notei que eu poderia estar julgando. Ok, Ok. Decidi portanto dar uma chance ao livreto. Se a resposta estava dentro dele, então só me restava atirar-me de cabeça e descobrir qual era aquele único caminho. Assim, comecei a lê-lo rapidamente com minha percepção expandida. Até porque eu já estava ficando preocupado, visto que eu poderia estar no descaminho, e aquele senhor parecia querer muito me ajudar.

Bem, mas não precisei ler muito daquele livreto para começar a percebê-lo como inadequado.
Veja…. Eu fiz uma breve comparação entre aquilo que estava escrito lá e tudo que eu já sabia. E olha só que coisa controversa e estranha eu encontrei escrita lá dentro: Os Dez Mandamentos!

“Meu Deus! Que coisa mais descabida é esta?”, pensei.
Raciocine comigo…. se temos Livre Arbítrio, como podem existir “Mandamentos”?
Mmmmm. Aquilo era totalmente ilógico, certo?
Ok, Ok! Lembrei que não era apropriado julgar nada nem ninguém. Mas então eu resolvi – por pura curiosidade – ler um daqueles Mandamentos:

“Não cobiçarás a mulher do teu próximo”.

Uauuuu.
Aquilo me arrepiou !
Uuuuuuuiiii….
Como alguém poderia ter a posse de outro alguém? Ou seja, a mulher cujo DONO era o tal do PRÓXIMO! Como assim?

Ora, se somos todos livres, então ninguém é de ninguém, certo? Assim sendo, se eu me encantar pela “mulher do próximo”, é claro que eu vou cobiçá-la.
Por que não o faria?
Posso inclusive amá-la ainda mais que o “dono” anterior dela (o tal do “próximo”) a amava, porque em nossa relação talvez pudesse emergir algo de muito especial, algo que aguardava vidas para acontecer, algo que estava apenas esperando o nosso encontro físico e, claro, nossas escolhas mútuas.

Bem, achei melhor guardar aquele panfleto. Era bonito, bem feito, colorido. Mas não me parecia útil.
Mandamentos? Que loucura era aquilo? Humpf.

Segui caminhando.

Mais adiante vi uma mãe brigando com a filha porque a jovem tinha vários namorados no bairro onde moravam. Fiquei abismado. Afinal, qual era o problema naquilo? O que há de tão errado com o sexo neste mundo?
Pelo que eu sabia (e a vozinha legal me confirmava naquele instante), sexo é isso mesmo, é para brincar, para se divertir com quem quiser e com quantos quiser, por isso é tão prazeroso. Foi feito para brincar.

Mmmmm. Será que não tinham avisado eles?
Ok, Ok, não julgar! Não julgar!
Mmmmm.
Mas que mundinho mais doido, hein? Sejamos sinceros!

Logo mais adiante eu conheci um grupo de pessoas mais formais, sérias. Percebi que elas tinham muita vontade de “vencer na vida”, ter sucesso, prosperar.
E, sinceramente, eu fiquei confuso de novo, não entendia os motivos deles….
Talvez estes eram os sábios do mundo deles, os caciques…. pensei.
Mas não demorou muito para me dar conta de que minhas perguntas lhes eram incompreensíveis, jamais teriam respostas apropriadas para elas.

Por exemplo, perguntei: “O que é sucesso? Como medi-lo?”. Eu notava que os pensamentos deles remetiam sempre a dinheiro e conquistas.
Reformulei a pergunta, talvez eu não dominasse aquele conjunto de grunhidos chamado de idioma.
“O que é vencer na vida?”, disparei.
Eles novamente pensavam em posses, poder, garantias externas.
Daí comecei a ficar impaciente, e fui mais objetivo:
“Ei, sucesso seria, por acaso, encher os bolsos de dinheiro?”.

E todos riram, eles pareciam me achar meio maluco. Dei-me conta de que, para eles, não ter posses ou dinheiro era motivo de pânico! Não sabiam que a realidade diante deles era uma criação deles mesmos, feita a partir de suas escolhas.
Viviam temendo o futuro e receando a hipótese de uma velhice a ser vivida sem as devidas garantias financeiras. Perdiam seu tempo sempre buscando formas de EVITAR cenários temerosos, em vez de CRIAR os cenários que queriam.

Então percebi que teria algo a ENSINAR, em vez de aprender. E resolvi deixar para eles uma dica oriunda daquela vozinha amiga que sempre me acompanhava:
– “Pessoal, que tal viver a vida e não perder tempo com as coisas que vocês não gostam? Sim, se não gostam, deixem de lado.
Simplesmente mudem o ‘foco’. Sim, passem a focar naquilo que agrada, naquilo que é prazeroso, naquilo que realmente lhes faz felizes!
Compreendam que aquilo no qual prestamos atenção expande-se, aumenta. Assim sendo, quando vocês se esforçam para EVITAR algo, você estão focando naquilo que NÃO QUEREM. Parem de tentar EVITAR algo! Concentrem-se, pois, no que DESEJAM – mas sem apegos, viu? O apego afasta de vocês o objeto do seu desejo!
Enfim, parem de dar atenção e energia para doenças, escassez, infelicidade, problemas. Olhem só para o que os alegra – e depois soltem, sabendo que um dia aquilo virá, por mais que demore (e nem que chegue só em outra vida ou outra realidade). Vocês são Seres multidimensionais e eternos, jamais se esqueçam disto!”

Mmmm….
Pela primeira vez, foram eles que ficaram confusos. Hahaaaaa.

Ampliei minha percepção e vi pessoas dizendo umas para as outras: – “Não gaste, economize, não se arrisque”. E ainda: – “Jamais se separe do seu cônjuge, porque você disse que seria fiel até a morte.” Ou diziam: – “Tente agradar seus filhos, parentes, amigos.”

E, através de mim, aquela vozinha lhes disse:

– “Pessoal…. Sejam fieis a si mesmos, jamais traiam o desejo do seu próprio coração! Gastem, arrisquem tudo, vivam! Aliás, não desprezem ninguém, mas ainda assim sintam-se livres para buscar viver somente com quem lhes faz sentirem-se bem. Isto não é egoísmo, é liberdade e amor-próprio! Procurem agradar mais a si mesmos, não se importem com o que os outros acham. Sejam felizes. E agora o detalhe mais importante DE TODAS AS SUAS VIDAS: quando um amor romântico já não combinar mais com vocês, busquem outro”.

Que mundinho mais estranho era aquele.
De longe era azul, de perto era cheio de verde! Chamavam-no de TERRA!
Ah…. Quer saber?
Saí de lá.
Vaaaaazei…. como diziam lá.
Mas agora em direção à minha casa. Hahaaaa

Bom, posso dizer que minha viagem foi reveladora, divina.
Durou apenas 01 SEGUNDO, você que não percebeu.
Mas olha, conheci VOCÊ nessa viagem. Ou – quem sabe – talvez eu fosse você. Hahaaaa

Quer saber? Percebo agora que visitei o seu passado, o seu presente e…. ops, desculpe, dei uma espiadinha no seu futuro.
Aliás, NOSSO futuro!
Uaaau, cara!
Que loucura!!!! Você, hein? Quem diria?
Kof, Kof. Ok, ok! Eu admito que, naquelas alturas, já era EU também, não só você! Mmmm…. Que tal então dizermos que fomos NÓS que fizemos aquilo? Hein?

Pois é. Acho que você já se deu conta, né?
Sim, eu sou quem você ACHA que você é – um mero humano –, mas também sou você mesmo em todo o seu esplendor, eu sou você além das aparências de sua humanidade.
Sim, sou você na sua melhor versão, mas você ainda não parece ter se dado conta de que também é Eu! Hahaaaa

Bem, não tenha pressa.
Afinal, somos eternos!
Um dia você entenderá Quem Você REALMENTE É além das ilusões do jogo no qual está mergulhado.

Ah, ei….
Não se esqueça que estamos todos interligados, que somos Seres cósmicos, deuses…. e que criamos tudo e também fazemos parte de tudo.

Bem, já vou decolar.
10, 9, 8….
Opa, opa. Uma última palavrinha…

Observe sua vida, seus desafios, seu passado, presente e futuro.
E daí pergunte a si próprio todos os dias:
O QUE O AMOR FARIA HOJE?
O QUE O AMOR FARIA AGORA?
A resposta a isso, meu amigo, minha amiga, é o seu caminho ideal!

7, 6, 5….
Ok, Ok…. você é livre para ir no seu ritmo e por qualquer caminho que escolha! Terá tantas existências quanto quiser (ou precisar) no processo de resgate da sua Identidade Original!

4, 3, 2….
Bem, estou indo nessa. Já fiquei tempo demais por aqui: sim, um segundo inteirinho. Tá doido, é tempo demais, cara.

1, zero!
Tenha uma vida divina!

Eu lhe encontro num próximo segundo!
Eu, você e qualquer um que queira isto.
Mas só quando cada um de vocês estiver pronto para perceber que VOCÊ também é EU, a Consciência Maior!

Hasta la vista, baby!

Bem-vindo à CONSCIÊNCIA ELEVADA.

JORGE ZAHELL


Que tal…. Você gostou?

Ficou curioso? Você quer mais?

Então…. Vem comigo !

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Boa sorte!

JORGE ZAHELL

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SOFFIONE (flor que se assopra) ou “DENTE-DE-LEÃO”

Imagem de Danique Dohmen em Unsplash

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